Advogada acusada de matar ex-sogro e a mãe dele envenenados é condenada por perseguir ex-namorado

Mulher é presa suspeita de matar ex-sogro e a mãe dele envenenados, em Goiânia
A advogada Amanda Partata Mortoza, acusada de matar o sogro e a mãe dele envenenados, foi condenada a 6 anos e 2 meses de prisão pelos crimes de perseguição, extorsão e falsidade ideológica contra o ex-namorado, Leonardo Pereira Alves Filho. Atualmente, a advogada está presa, aguardando julgamento pelo duplo homicídio.
O g1 entrou em contato com a defesa de Amanda, solicitando um posicionamento sobre o resultado e questionando se a defesa pretende recorrer da decisão, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem.
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Em sua decisão, o juiz Luciano Borges da Silva afirmou que, em relação ao crime de perseguição, houve o agravante de motivação torpe.
“Considerando que a perseguição foi motivada pelo término do relacionamento, não tendo a acusada aceitado o fim do namoro e sendo impelida pelos sentimentos de abandono, frustração, raiva e vingança”, afirmou o magistrado.
Amanda Partata é acusada de matar ex-sogro e a mãe dele envenenados, em Goiás
Wesley Costa/O Popular
As penas por cada um dos três crimes, estabelecidas pelo juiz, foram:
extorsão: 5 anos, 3 meses e 15 dias de reclusão, além de 61 dias-multa;
perseguição: 7 meses de reclusão e 11 dias-multa;
falsidade ideológica: 3 meses e 15 dias de detenção.
Cada um dos dias-multa corresponde a um décimo do salário-mínimo vigente à época dos fatos. Os crimes ocorreram em 2023, quando o mínimo nacional era de R$ 1.320. De acordo com o juiz, os valores da multa serão destinados para o Fundo Penitenciário Estadual.
Esta reportagem está sendo atualizada.

